3 de abril de 2015

Velozes e Furiosos 7

Velozes e Furiosos chegou aos cinemas em meados de 2001, no melhor estilo pé na porta no acelerador, tapa na cara, apostando em uma vertente já esquecida a alguns anos pelos cineastras: os filmes de ação com carros. Pelo que eu me lembro de minha feliz infância, próximo disso só Velocidade Máxima, que foi lançado em 1994!


Somos então apresentados a uma "família" muito unida e ouriçada, composta de personagens carismáticos e com a principal característica de serem monstros na direção. Para completar a receita do sucesso da franquia, una vilões calhordas e que sobem de nível de filme pra filme. E assim temos milhões de pessoas superfelizes por pagar o ingresso.


Com uma quantidade enorme de filmes que ninguém imaginava onde iriam culminar (e se esse final seria satisfatório ou estragado pelo desgaste da franquia), tive medo do sétimo filme não ser o último e talvez ter alguma deixa para um filme 8 ou 9, que com toda certeza não chegaria aos pés dos outros, afinal Paul Walker não está mais entre nós e um Fast and Fourious.


E, se você puxar da memória, vai se lembrar de que a cronologia foi meio que quebrada pelo 3º filme da franquia, pois tinha uns japoneses que nunca tinham aparecido na história, com uma modalidade de corrida totalmente diferente, umas deixas que eu, na época não compreendia. Aquele filme fez com que o final precisasse bem construído para não deixar falhas e buracos. Mas depois de sair da sala de cinema ontem, pude ficas descansada: não estragaram nada.


Me atrevo a dizer que Velozes e Furiosos foi uma das poucas franquias de ação que souberam terminar no ápice, ganhando ainda bastante dinheiro sem decepcionar os fãs.


A minha maior curiosidade ao assistir esse filme foi: será que vou perceber quando é o Paul Walker que está atuando e quando é um dos seus irmãos, Cody e Caleb? Juro pra você, se você quiser muito, sim, dá pra perceber as cenas em que não é o Paul, quando é CG e quando é o Paul sim.


Mas na realidade, isso nem importa. O filme é tão divertido, tão surreal, tão galhofa que nossa, impossível não urrar de felicidade a cada cena bizarra e irrepetível na vida real, muito menos vibrar de emoção com cada soco na cara! Você acaba esquecendo de reparar nisso.


E, seguindo a linha dos dois filmes anteriores, cenas absurdas como troca de pessoas de carros em movimento, lutas homéricas e, claro, muitas mulheres de biquíni e muita gasolina queimada por aí são garantia de diversão nos cinemas!


O que mais marcou a sessão, na minha opinião, foi o tributo ao Paul Walker. De fazer chorar. Mesmo!


Pra você que não está afim ainda de assistir o filme, só falo uma coisa: ao final do filme, este foi aplaudido e ovacionado por todos ali presentes. Acho que esse já é um ótimo motivo para você aproveitar esse feriadão e chamar todos aí na sua casa, seus amigos e aqueles que fazem parte da sua "família" para ir ao cinema com você!! E adianto que, mesmo não tendo visto Cinderela ainda, tenho certeza que Velozes e Furiosos 7 é uma opção muuuito melhor!!

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