7 de junho de 2015

Mad Max: Estrada da Fúria [Com poucos SPOILERS]

E aí galerinha sandpunk! Tudo bem com vocês?

Há algumas semanas eu e Gabriel assistimos a Mad Max: Fury Road! E aqui estou eu pra falar um pouco da minha opinião sobre o filme.


Por incrível que pareça e contrariando a normalidade de casais, eu, ao contrário do Gabriel, assisti toda a trilogia Mad Max, dos anos 1970-1980. Claro, assisti aos 16-17 anos, em uma época onde o bom gosto para filmes de ação do meu cunhado estava me influenciando, mas sinceramente não lembro de quase nada da trama dos filmes...


"Parabéns Roberta, você viu filmes antigos que eu não vi... parabéns" - Gabriel

Então, fui meio que sem expectativas, afinal, os filmes anteriores tinham terra batida, carros bizarros, mortes e tudo que qualquer filme dos anos 80 tinha (exceto a Tina Turner..).


No cinema, nós nos deparamos com uma história interessante: Max é capturado por um grupo de caras bizarros em uma primeira cena totalmente frenética. Depois disso, somos apresentados as regras da comunidade que capturou o Max, onde todos cultuam o incrível - e bizarro - Immortan Joe.


Gatinho - #SQN!

Um interessante panorama mostrado pelo filme é que a sociedade foi fragmentada em 3 cidadelas, sendo que cada uma possui um bem inestimável para as outras duas. Mas o que o povo precisa além de água, gasolina e comida para o trajeto entre as cidadelas? Bom, precisa de saúde, minha gente!

No mundo de "Estrada da Fúria", todos estão com câncer, que pode ter sido desenvolvido pelas mutações genéticas de uma guerra passada ou das diversas exposições a componentes radioativos. Então, é interessante ter em mente que ninguém é saudável e que o tempo de vida ali é uma questão de poucos anos.



O plot da corrida sanguinária atrás das lindas mulheres de Immortan Joe que estão fugindo junto com o comboio da Furiosa é algo bem plausível. Elas eram saudáveis, sem tumores. A chance delas parirem um filho de Immortan que seja saudável e consiga perpetuar seu reinado de poder é bem maior.

Então, temos um Max que cai de paraquedas nessa história toda, transformado em bolsa de sangue (tipo transfusão direta) de uma dos Garotos de Guerra, submissos a Joe, que estão indo caçar as tais esposas.



Eu me amarrei no filme por inúmeros motivos. A força feminina (não feminista, vamos ponderar as coisas galera...) foi algo muito bem explorado pelas mulheres do filme. Furiosa era uma personagem tão ou mais interessante do que Max, e a explicação das suas motivações foram muito interessantes.



O filme me deixou um tanto quanto perplexo. Por conhecer a franquia Mad Max apenas de nome, eu não tinha expectativa nenhuma para o filme além da violência, que satisfatoriamente encontrei =). Porém ao assistir Mad Max: Fury Road, fiquei empolgado com as perseguições, explosões, ligeiramente chocado com a sociedade bizarra do Immortan Joe, mas uma coisa no filme me conquistou : A GUITARRA FLAMEJANTE DO METAL!!!!!


Testemunhem!!!!!
Isso foi realmente incrível.

Bom, os personagens do filme são muito interessantes, as mulheres são fortes e determinadas, eu diria até que o real protagonista do filme não é o Max, mas a Furiosa (Charlize Theron). Mas o que realmente importa nesse filme não são os personagens isso é só um bônus, até porque o roteiro do filme não é tão profundo. O que o filme oferece é uma longa e empolgante perseguição pelo deserto de maníacos sem nada a perder, com carros monstramente modificados, muitas explosões e efeitos fantásticos. O roteiro é um bônus eu diria. O filme deixou um gosto de quero mais, talvez eu veja os antigos que ainda não vi...


What a day. What a Lovely day!!!

Dito isso, recoste no seu sofá, e aproveite este dia adorável no qual você vera os Garotos de Guerra chegando aos portões de Valhalla, brilhantes e cromados!


Por Gabriel Sales e Roberta Peixe

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