17 de julho de 2015

O Melhor Final Fantasy de Todos os Tempos!! (VI)

Olá! Hoje eu, Gabriel, falarei sobre um dos meus jogos preferidos de todos os tempos: Final Fantasy VI, ou III no nosso lado do Mundo. Esse jogo de video game foi lançado em 1994 para a plataforma Super Nintendo.

Sim, eu joguei pela primeira vez no emulador de Super Nintendo!


Eu sou um fã da franquia Final Fantasy de jogos. Não joguei todos, mas tenho muito vontade de jogar essas obras fantásticas. Apesar de existirem jogos mais rebuscados, com melhores gráficos e mais trabalhados dentro dessa franquia, este jogo é com certeza meu favorito por causa dos personagens bem construídos, pelo humor simples, conflitos existenciais, mitologia e por toda a nostalgia que sinto ao jogar esta obra prima da Square.

Eu vi o que você fez aí Square....
A história desse game se passa em um mundo de onde magia e tecnologia coabitam para criar um clima de revolução industrial. No início é contado que à mil anos atrás ocorreu um evento chamado A Guerra dos Magos (The War of The Magi) na qual três deuses lutaram com poderes fantásticos afetando humanos, que por sua vez se tornaram criaturas mágicas conhecidas como espers. Devido aos efeitos dessa guerra no mundo os deuses selaram seus próprios poderes, com a ajuda dos espers, e a magia quase desapareceu do mundo, fazendo dessa história um lenda pra colocar as crianças pra dormir.

Malditos magos, sempre ferram com tudo!
A tecnologia presente no mundo de FFVI é similar a da nossa Segunda Revolução Industrial. Portanto esse jogo é o primeiro da franquia a quebrar o clima medieval e migrar para o "steampunk" modelo de mundo no qual são muito presentes as máquinas a vapor como navios e trens, robôs, linhas de produção, mineração, etc.

A protagonista inicial Terra, montada em seu robô/armadura assassino que solta raios e mísseis, o Magitek Armor!!!!
Isso mesmo METAL GEAR uma ova!
O jogo é dividido em duas partes onde temos protagonistas diferentes, mas basicamente no primeiro momento é uma jornada da ex-soldado Terra que é capaz de usar mágica, porém não se sabe o porque. Segue -se então um caminho de auto conhecimento da protagonista e em paralelo a trama de luta entre um império autoritário e uma classe rebelde que luta por liberdade.
No segundo momento temos fim do mundo. Isso mesmo, o mundo acaba, por uma sequência de eventos onde o vilão se torna um deus auto proclamado do mundo.

Acabou só que não. (ainda bem)
Nesse novo mundo composto basicamente de ruínas e cidades reconstruídas, e monstros mitológicos, iniciamos uma jornada com a nova protagonista, uma ex general chamada Celes. Essa jornada consiste em encontrar seus amigos sobreviventes, despertando um raio de esperança em cada um deles, para acabar de uma vez por todas com Kefka, que domina o novo mundo com seus poderes divinamente maléficos.

Kefka, o neto do Coringa
Eu não virei o jogo.
"Como assim Gabriel!?" 
Sua dúvida é pertinente.

Apesar de ter chego inúmeras vezes no chefe final, eu morri em todas elas. Mas não se engane achando que é impossível para mim. Eu já criei uma estratégia invencível, porém não a pus em prática, por diversos motivos, como tempo, por motivos de querer jogar tudo de novo do início e etc. Mas eu acabei criando uma relação de respeito com o final do jogo, Talvez quando eu virar eu poste aqui o que achei, mas tenho certeza que minha opinião sobre o jogo como um todo não vai mudar.

Eu poderia escrever por horas sobre esse jogo e já aluguei os ouvidos da Roberta com o mesmo por muitas horas (desculpa amor e obrigado pela paciência), entretanto não é esse o nosso foco aqui.

Deixem suas idéias para outros jogos novos ou velhos e suas opiniões pra saberem que tipo de foco devo continuar a dar para essas postagens! (eu só falarei de jogos que eu joguei ou vi, não me lembro de nada do atari, seus velhos!)

Volte sempre! 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comente sua opinião, crítica, sugestão ou whatever!
Nós do Peixe com Sales agradecemos!!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...